O telemóvel de Jensen tocou.
-É o meu pai, tenho mesmo de atender. – Vestiu uns calções,
calçou os chinelos e saiu do quarto.
Não conseguia ouvir a conversa, mas de certeza que não era nada de mais. Levantei-me, vesti um roupão e dirigi-me à cozinha.
ouvi a voz de Jensen, ele estava no escritório. Não resisti e tentei ouvir.
Não conseguia ouvir a conversa, mas de certeza que não era nada de mais. Levantei-me, vesti um roupão e dirigi-me à cozinha.
ouvi a voz de Jensen, ele estava no escritório. Não resisti e tentei ouvir.
“ Por favor não insistas. Não a podes culpar” – do que
falaria ele? Após uma breve pausa ele voltou a falar – “ Esquece, eu não vou
deixar que nada lhe aconteça. Tenho de ir, falamos depois.”
Apressadamente fui para a cozinha. Do que falava ele? Já no
carro tivera uma conversa estranha e desculpara-se com a universidade.
- Mel?
- Estou na cozinha.
- Pensei que ainda estivesses no quarto.
- Tenho fome e não vou estragar a comida, certo?
Jantámos, conversámos um pouco e eu aproveitei:
- Estou na cozinha.
- Pensei que ainda estivesses no quarto.
- Tenho fome e não vou estragar a comida, certo?
Jantámos, conversámos um pouco e eu aproveitei:
- Está tudo bem?
- Claro, porque perguntas?
- Não é muito normal o teu pai ligar-te, muito menos falares com ele em privado.
- Oh Melody, não era nada demais, ele apenas me disse que ia voltar mais cedo do que esperava da viagem e queria ver-me.
- Hm, de certeza que era disso que se tratava – não consegui impedir uma certa ironia.
- Desculpa? Queres dizer alguma coisa com isso, não acreditas em mim é?
- Claro que acredito Jensen, desculpa se dei a entender outra coisa.
Um silêncio perturbador acompanhou o restou do jantar.
Assim que acabou de comer, levantou-se da mesa e foi para a sala. Levantei a mesa e arrumei a cozinha.
- Vou-me deitar, vens?
- Já vou. – respondeu ele num tom rude.
- Jensen, desculpa sim?
- Não percebo Melody, depois de tudo o que fiz e continuo a fazer por ti, tu duvidas da minha palavra?
- Não, claro que não mas…
- Vês? Há sempre um mas.
- Não é nada disso.
- Então o que é?
- Esquece. Vou-me deitar, até amanhã. – fiquei à espera de uma resposta que nunca chegou.
Dei por Jensen entrar no quarto sobressaltado:
- Mel, acorda!
- Claro, porque perguntas?
- Não é muito normal o teu pai ligar-te, muito menos falares com ele em privado.
- Oh Melody, não era nada demais, ele apenas me disse que ia voltar mais cedo do que esperava da viagem e queria ver-me.
- Hm, de certeza que era disso que se tratava – não consegui impedir uma certa ironia.
- Desculpa? Queres dizer alguma coisa com isso, não acreditas em mim é?
- Claro que acredito Jensen, desculpa se dei a entender outra coisa.
Um silêncio perturbador acompanhou o restou do jantar.
Assim que acabou de comer, levantou-se da mesa e foi para a sala. Levantei a mesa e arrumei a cozinha.
- Vou-me deitar, vens?
- Já vou. – respondeu ele num tom rude.
- Jensen, desculpa sim?
- Não percebo Melody, depois de tudo o que fiz e continuo a fazer por ti, tu duvidas da minha palavra?
- Não, claro que não mas…
- Vês? Há sempre um mas.
- Não é nada disso.
- Então o que é?
- Esquece. Vou-me deitar, até amanhã. – fiquei à espera de uma resposta que nunca chegou.
Dei por Jensen entrar no quarto sobressaltado:
- Mel, acorda!
Parabéns pelo seu blog, saudações do Brasil!
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