Já passaram quase três anos. Três anos sem ti a meu lado,
três anos sem o teu carinho. Apesar do tempo, ainda não consegui ultrapassar a
tua morte. Há três anos que combato esta dor, este vazio.
Uma vez disseste que, mesmo quando partisses, me irias proteger, irias ser o meu anjo da guarda. Disseste-me que se precisasse de ti apenas teria de olhar para o céu e procurar a estrela mais bonita e brilhante para mim. Não precisava de ser aquela que todos admiravam, mas sim aquela que me fazia sorrir. Na altura abracei-me a ti e convenci-me de que isso nunca iria acontecer. Para mim irias ser imortal, irias ter sempre a tua beleza, tal como o mais antigo vampiro. Quando partiste levaste um pedaço de mim contigo, sei que não fizeste por mal.
Agora eu sinto falta, falta de ti. Não preciso do pedaço de coração que me roubaste, só preciso de ti a meu lado. Choro ao ver as fotografias, choro ao lembrar-me dos dias mais felizes da minha inocente infância em que tiveste presente, choro ao pensar em ti. Não choro de tristeza - não só. As lágrimas levam com elas não só a dor mas também a saudade, a felicidade que tu me davas. Às vezes, enquanto as lágrimas percorrem a minha face, escapa-me um sorriso. Lembro o teu sorriso, os teus lindos cabelos brancos, as tuas marcadas rugas. Lembro-me do quão gostava de te pentear, de te acarinhar.
Hoje estou aqui, sou só eu, as memórias e as lágrimas. Todos os dias olho para o céu, todos os dias olho para a mesma estrela. Não tenho a certeza se és tu mas há algo nela que me encanta. É bonita, brilhante mas ao mesmo tempo discreta. É como tu, linda e discreta. Falo muitas vezes com ela, esperando uma resposta, um sorriso. Falo com ela como se fosses tu. Sei que continuas a olhar por mim, algures. Sei que ainda me amas e que vais sempre amar. Sabes uma coisa? Eu também te vou amar, para sempre.
Neste momento estou aqui, deitada na minha cama a rabiscar num pedaço de papel e a contemplar a nossa fotografia. Estou aqui, com as lágrimas a correr-me pelo rosto, a pedir-te que nunca me abandones.
Uma vez disseste que, mesmo quando partisses, me irias proteger, irias ser o meu anjo da guarda. Disseste-me que se precisasse de ti apenas teria de olhar para o céu e procurar a estrela mais bonita e brilhante para mim. Não precisava de ser aquela que todos admiravam, mas sim aquela que me fazia sorrir. Na altura abracei-me a ti e convenci-me de que isso nunca iria acontecer. Para mim irias ser imortal, irias ter sempre a tua beleza, tal como o mais antigo vampiro. Quando partiste levaste um pedaço de mim contigo, sei que não fizeste por mal.
Agora eu sinto falta, falta de ti. Não preciso do pedaço de coração que me roubaste, só preciso de ti a meu lado. Choro ao ver as fotografias, choro ao lembrar-me dos dias mais felizes da minha inocente infância em que tiveste presente, choro ao pensar em ti. Não choro de tristeza - não só. As lágrimas levam com elas não só a dor mas também a saudade, a felicidade que tu me davas. Às vezes, enquanto as lágrimas percorrem a minha face, escapa-me um sorriso. Lembro o teu sorriso, os teus lindos cabelos brancos, as tuas marcadas rugas. Lembro-me do quão gostava de te pentear, de te acarinhar.
Hoje estou aqui, sou só eu, as memórias e as lágrimas. Todos os dias olho para o céu, todos os dias olho para a mesma estrela. Não tenho a certeza se és tu mas há algo nela que me encanta. É bonita, brilhante mas ao mesmo tempo discreta. É como tu, linda e discreta. Falo muitas vezes com ela, esperando uma resposta, um sorriso. Falo com ela como se fosses tu. Sei que continuas a olhar por mim, algures. Sei que ainda me amas e que vais sempre amar. Sabes uma coisa? Eu também te vou amar, para sempre.
Neste momento estou aqui, deitada na minha cama a rabiscar num pedaço de papel e a contemplar a nossa fotografia. Estou aqui, com as lágrimas a correr-me pelo rosto, a pedir-te que nunca me abandones.
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