Perco o controlo. Perco a razão.
Os teus olhos roubaram-me o sorriso, enquanto o teu sorriso me roubava o coração.
Numa altura em que os lábios não resistem e o coração diz que sim, mil e uma negações e complicações atravessam a mente, tentando apelar à razão.
Razão, deixa-me ser, viver, sentir!
Prefiro o arrependimento de um coração partido, que o de uma consciência pesada.
Faço o que sinto, vivo como sinto e o depois é apenas o depois - que pode nem chegar.
Quero sentir o sol enquanto ele ainda brilha, ver as estrelas enquanto vivem, cheirar a maresia enquanto as ondas rebentam e o vento ainda sopra.
Quero-te sentir, ver, cheirar enquanto ainda estás.
Não quero o amanhã, nem o ontem. Quero o agora. Quero-te agora - somente agora.
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