Assim que entrámos no carro adormeci. Nunca um carro me tinha parecido tão confortável. Dormi cerca de uma hora e acordei com Jensen ao telefone.
- Não, ela não pode saber. Esp... Não, ouve-me. Mas eu... - Jensen era constantemente interrompido pela pessoa que estava do outro lado da linha - Sim, mas ouve-me, eu..., eu amo-a mesmo compreende isso! Eu não posso... Sim está certo, adeus.
- Com quem falavas? Está tudo bem?
- Oh Melody - deu um salto no banco - assustaste-me. Está tudo bem, só liguei para a universidade a dizer que estou a resolver um caso e não poderei ir às aulas.
- Que caso?
- O teu, qual haveria de ser?
- Oh, não Jensen, eu não quero que tu te preocupes a sério. Eu fico bem. Não tens de fazer isto-
- Mas eu quero faze-lo. E nem penses em questionar isso sim?
Olhou para mim e sorriu. Sorri-lhe de volta e olhei através da janela. Nunca ali estivera, pelo menos não me lembrava.
- Onde vamos? - perguntei.
- Para um sitio seguro, calmo. Um sitio onde ninguém nos vai perturbar.
- Por favor Jensen, odeio que fales por meias palavras. Onde vamos?
- Para a casa de férias do meu pai. Ele está fora e não volta tão cedo.
- Ele não se importa?
- Claro que não, ele mal usa a casa.
A viagem durou cerca de mais uma hora.
- Chegámos. - disse Jensen estacionando o carro à porta.
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